eletromagnetismo quântico químico relativístico Graceli.



MECÂNICA DO SISTEMA DIMENSIONAL GRACELI.

ONDE A MAIORIA DOS FENÔMENOS FÍSICOS [EM TODAS AS ÁREAS] VARIAM CONFORME O SISTEMA DIMENSIONAL GRACELI.

SENDO ELE;



      EQUAÇÃO GERAL DE GRACELI.[quantização de Graceli].

  G ψ = E ψ =  E [tG+].... ..  =

G ψ = E ψ =  E [tG+]ψ ω /c] =   [/ ] /  /   = ħω [Ϡ ]  [ξ ] [,ς]   [ q G*]ψ μ / h/c ψ(xt)  [x  t ]..

q [tG*] ==G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

SISTEMA GRACELI DE:

 TENSOR [tG+] GRACELI = SDCTIE GRACELI, DENSIDADE DE CARGA E DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA, NÍVEIS DE ENERGIA, NÚMERO E ESTADO QUÂNTICO. + POTENCIAL DE SALTO QUÂNTICO RELATIVO AOS ELEMENTOS QUÍMICO COM O SEU RESPECTIVO  E ESPECÍFICO NÍVEL DE ENERGIA., POTENCIAL DE ENERGIA, POTENCIAL QUÍMICO,  SISTEMA GRACELI DO INFINITO DIMENSIONAL.


ONDE A CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA TAMBÉM PASSA A SER DIMENSÕES FÍSICO-QUÍMICA DE GRACELI. 

q [tG*] = energia quântica Graceli.


Na físicaespaço-tempo é o sistema de coordenadas utilizado como base para o estudo da relatividade restrita e relatividade geral. O tempo e o espaço tridimensional são concebidos, em conjunto, como uma única variedade de quatro dimensões a que se dá o nome de espaço-tempo. Um ponto, no espaço-tempo, pode ser designado como um "acontecimento". Cada acontecimento tem quatro coordenadas (txyz); ou, em coordenadas angulares, trθ, e φ que dizem o local e a hora em que ele ocorreu, ocorre ou ocorrerá.[1]

Na mecânica clássica (não-relativista), o tempo é tomado como uma unidade de medida universal, uniforme por todo o espaço, e independente de qualquer movimentação nesse, enquanto que no contexto da relatividade especial, o tempo é tratado integralmente à dimensão espacial, pois a taxa observada da passagem do tempo depende da velocidade do objeto em relação ao seu observador.[2][3]

Pontos no espaço-tempo são chamados de eventos e são definidos por quatro números, por exemplo, (x, y, z, ct), onde c é a velocidade da luz e pode ser considerado como a velocidade que um observador se move no tempo. Isto é, eventos separados no tempo de apenas 1 segundo estão a 299 792 458 metros um do outro no espaço-tempo. Assim como utilizamos as coordenadas x, y e z para definir pontos no espaço em 3 dimensões, na relatividade especial utilizamos uma coordenada a mais para definir o tempo de acontecimento de um evento.

Conceito

Enquanto que na mecânica clássica não-relativista de Isaac Newton o tempo é tomado como uma unidade de medida universal, uniforme por todo o espaço, e independente de qualquer movimentação nesse, no contexto da relatividade especial de Albert Einstein o tempo é tratado como uma dimensão adicional às três dimensões espaciais, não podendo ser separado dessas, pois a taxa de passagem do tempo observada para um determinado objeto depende de sua velocidade em relação à velocidade do observador.[2][3]

Da mesma forma que em geometria em três dimensões, os valores para as coordenadas x, y, z e t dependem do sistema de coordenadas escolhido, e isso inclui escolher a direção do eixo de tempo. Isso porque dois observadores em sistemas de referência em movimento possuem eixos de tempo em direções diferentes. O que para um observador em repouso em um dos referenciais é apenas direção temporal, para o outro em movimento relativo é uma mistura de espaço e de tempo. Esse é um dos pontos fundamentais da relatividade especial. No entanto, essa mistura não é percebida no dia a dia devido à escala de velocidades a que estamos acostumados. Da transformação de Lorentz, as coordenadas de um sistema em movimento com velocidade v na direção do eixo x de um outro referencial são dadas por:

 / 
G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 
 / 
G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Onde:

 / 
G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

é chamado de fator de Lorentz. Este fator, mesmo para uma velocidade extremamente alta para o nosso padrão diário, como uma velocidade de aproximadamente 16 000 m/s, ou 57 600 km/h, que é a velocidade média da Voyager, um dos objetos mais rápidos construídos pelo homem [1], seria de :

G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. E o fator de mistura entre tempo e espaço na transformação de Lorentz (o termo que multiplica x na coordenada de tempo do sistema em movimento, dado acima) seria de :

G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. Portanto, o fator adicionado à coordenada de tempo é praticamente zero. Nas velocidades às quais estamos habituados no dia a dia, a diferença entre espaço-tempo e um espaço de três dimensões parametrizado pelo tempo é irrelevante. Mas não para outros ambientes no universo, ou mesmo em laboratórios de física de partículas.




histerese é a tendência de um sistema de conservar suas propriedades na ausência de um estímulo que as gerou, ou ainda, é a capacidade de preservar uma deformação efetuada por um estímulo. Podem-se encontrar diferentes manifestações desse fenômeno. A histerese mais conhecida ocorre no magnetismo[1], mas também pode ocorrer em diversas áreas como mecânica clássica[2]tráfego[3]biologia[4]epidemiologia[5] entre outras[6][7]. A palavra "histerese" deriva do grego antigo υστέρησις, que significa 'retardo', que foi cunhada por James Alfred Ewing em 1890.

Saturação magnética

Quando um campo magnético  (ampere-espira por metro) é aplicado a um material ferromagnético, passa a circular neste uma densidade de fluxo magnética (ou indução magnética)  (tesla = weber por metro quadrado). A relação entre densidade de fluxo e campo magnético é dada pela expressão [8]. / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Para uma geometria fixa, como o caso de uma bobina com núcleo fixo ou transformador, uma variação do campo magnético  é dada por uma variação na corrente da bobina que está sendo alimentada. Quanto maior a corrente , maior o campo magnético [9]. / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Na região magnética linear  / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. com  constante (e da ordem de  ou mais), contudo, à medida que o campo magnético cresce, o material entra em uma região não linear (saturação magnética), onde  passa a diminuir à medida que a saturação cresce.

Inconveniente da saturação

Quando atingida a saturação o transformador, mesmo a vazio, passa a demandar correntes maiores para manter o fluxo magnético imposto pela tensão. A relação entre fluxo magnético e tensão induzida é dada pela Lei de Faraday[10]. Uma das formas de expressá-la é por , onde  é o fluxo magnético,  é o tempo ,  o número de espiras e  é a tensão induzida. Para simplificar a análise (e sem prejuízo de conceitos) consideraremos a tensão induzida no primário igual a tensão aplicada pela fonte.

Imaginando uma tensão de entrada sinusoidal , / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. o fluxo demandado pelo núcleo do transformador será dado por , / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. ou seja, o fluxo é diretamente proporcional a tensão e a frequência de entrada. Trabalhando mais um pouco, pode-se chegar a expressão que o fluxo de pico de um sinal sinusoidal é dado por , / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. onde  é a frequência em hertz.

densidade de fluxo que atenda ao fluxo demandado é dada pela relação ,  / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. onde  é a área da secção transversal à passagem do fluxo magnético[10]. Associada a densidade de fluxo magnético está o campo magnético  que o gera, dado por . / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. Perceba que com a redução da permeabilidade (na saturação), um maior campo magnético muito maior é demandado, e este, por fim, está associado à corrente elétrica  que o gera, que por consequência, pode aumentar para valores muito acima dos nominais, mesmo com o transformador a vazio.

Para evitar este inconveniente deve-se trabalhar com valores baixos de saturação, limitando a tensão aplicada, aumentando a área de ferro ou aumentando a qualidade dos materiais.




impedância característica do vácuoZ0, é uma constante física relacionada com as magnitudes dos campos elétrico e magnético da radiação eletromagnética que viaja através do vácuo. Isto é, , / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. onde  é o campo elétrico e  é o campo magnético, tendo o valor exatamente definido como:

A impedância característica do vácuo (mais corretamente, a impedância de uma onda plana no espaço livre) é igual ao produto da permeabilidade do vácuo μ0 pela velocidade da luz no vácuo c0. Uma vez que os valores das constantes são exatos (eles são dados nas definições do ampere e do metro, respectivamente), o valor da impedância característica do vácuo é também exato.

Terminologia

O análogo para uma onda plana que viaja através de um meio dielétrico é chamado de impedância intrínseca do meio, e designada η (eta). Daí Z0 é muitas vezes referida como a impedância intrínseca do vácuo,[1] com o símbolo η0. Há inúmeros outros sinônimos, incluindo:

  • impedância de onda do espaço livre
  • impedância do vácuo
  • impedância intrínseca do vácuo
  • impedância característica do vácuo
  • resistência de onda do espaço livre

Relação a outras constantes

A partir da definição acima, e da solução para onda plana das equações de Maxwell, temos:

 / 
G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

onde

μ0 é a constante magnética (permeabilidade magnética do vácuo),
ε0 é a constante elétrica (permissividade elétrica do vácuo),
c0 é a velocidade da luz no espaço livre.[2][3]

O inverso de Z0 é muitas vezes referida como a admitância do vácuo e representada pelo símbolo Y0.

Valor exato

Desde 1948, a definição do Sistema Internacional de Unidades (SI) para a unidade da ampere escolheu o valor numérico de μ0 como 4π.10-7 H/m. Da mesma forma, desde 1983, ometro foi definido em relação ao segundo escolhendo o valor de c0 como 299792458 m/s. Consequentemente,

 exatamente, ou

Esta cadeia de dependências irá mudar se o ampere tiver seu valor redefinido.

Aproximação como 120π ohms

É muito comum em livros e artigos escritos antes de 1990, substituir o valor aproximado de 120π ohms para Z0. Isso é o equivalente a considerar a velocidade da luz c0 como 3.108 m/s. Por exemplo, Cheng, em 1989 [4], afirma que a resistência à radiação de um dipolo hertziano é

 (não exata). / 
G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Esta prática pode resultar em discrepância nas unidades de determinada fórmula. A análise dimensional pode ser utilizada para restaurar a fórmula para uma forma mais exata, no caso:

 / 
G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 



Impedância elétrica ou simplesmente impedância (quando, em domínio de circuitos ou sistemas elétricos, não houver possibilidade de confusão com outras possíveis acepções de impedância), é a oposição que um circuito elétrico faz à passagem de corrente elétrica quando é submetido a uma tensão. Pode ser definida como a relação entre o valor eficaz da diferença de potencial entre dois pontos do circuito em consideração e o valor eficaz da corrente elétrica resultante no circuito.

Introdução

De uma maneira mais simples, impedância é a carga resistiva total de um circuito CA (Corrente alternada), ou seja, quando um determinado componente cria uma resistência e gasta energia em forma de calor, tem-se o Efeito Joule, isso chamado de resistência e, se o componente não gasta energia em forma de calor, temos a reatância, então, quando estão presentes a resistência e a reatância, chamamos de impedância.
A impedância não é um fasor, mas é expressa como um número complexo, possuindo uma parte real equivalente à resistência R e uma parte imaginária dada pela reatância X. A impedância é, também, expressa em ohms e designada pelo símbolo Z, que indica a oposição total que um circuito oferece ao fluxo de uma corrente elétrica variável no tempo.

Formulação Matemática

As equações dos circuitos com capacitores e indutores são sempre equações diferenciais. No entanto, como essas equações são lineares, as suas transformadas de Laplace serão sempre equações algébricas em função de um parâmetro  com unidades de frequência.[1]

Será muito mais fácil encontrar a equação do circuito em função do parâmetro  e a seguir podemos calcular a transformada de Laplace inversa se quisermos saber como é a equação diferencial em função do tempo . A equação do circuito, no domínio da frequência , é obtida calculando as transformadas de Laplace da tensão em cada um dos elementos do circuito.[1]

Se admitirmos que o circuito encontra-se inicialmente num estado de equilíbrio estável e que o sinal de entrada só aparece em , temos que:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Assim, as transformadas de Laplace de  e  são  e , onde  e  são as transformadas dos sinais de entrada e saída.[1]

Como as derivadas dos sinais também são inicialmente nulas, as transformadas de  e  são  e . / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Numa resistência a lei de Ohm define a relação entre os sinais da tensão e da corrente:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

aplicando a transformada de Laplace nos dois lados da equação obtemos:

 /G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Num indutor, a relação entre a tensão e a corrente é:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Como estamos a admitir que em  a tensão e a corrente são nulas, usando a propriedade da transformada de Laplace da derivada obtemos a equação:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

que é semelhante à lei de Ohm para as resistências, excepto que em vez de  temos uma função  que depende da frequência:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Num capacitor, a diferença de potencial é diretamente proporcional à carga acumulada:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Como estamos a admitir que em  não existem cargas nem correntes, então a carga acumulada no instante  será igual ao integral da corrente, desde  até o instante t:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

e usando a propriedade da transformada de Laplace do integral, obtemos:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Mais uma vez, obtivemos uma relação semelhante à lei de Ohm, mas em vez do valor da resistência  temos uma função que depende da frequência:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Resumindo, no domínio da frequência, as resistências, indutores e condensadores verificam todos uma lei de Ohm generalizada:

 / G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Onde a função  denomina-se impedância generalizada e é dada pela seguinte expressão:

É de salientar que os indutores produzem uma maior impedância para sinais com frequências  maiores, os capacitores apresentam maior impedância quando o sinal tiver menor frequência e nas resistências a impedância é constante, independentemente da frequência.

Associações de impedâncias

Associação de impedâncias em série e sistema equivalente

Duas resistências em série são equivalentes a uma única resistência com valor igual à soma das resistências. Nessa demonstração, o fato de que além da corrente nas duas resistências em série dever ser igual, a diferença de potencial total é igual à soma das diferenças de potencial em cada resistência e em cada resistência verifica-se a lei de Ohm.[1]

Os mesmos 3 fatos são válidos no caso de dois dispositivos em série (resistências, indutores ou condensadores) onde se verifique a lei de Ohm generalizada.

Assim, podemos generalizar as mesmas regras de combinação de resistências em série ao caso de condensadores e indutores, como ilustra a figura ao lado. Nomeadamente, quando dois dispositivos são ligados em série, o sistema pode ser substituído por um único dispositivo com impedância igual à soma das impedâncias dos dois dispositivos:[1]



Associação de impedâncias em paralelo e sistema equivalente

 /G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

Se os dois dispositivos estiverem ligados em paralelo, como no caso da figura ao lado, em qualquer instante a diferença de potencial será a mesma nos dois dispositivos e a corrente total no sistema será a soma das correntes nos dois dispositivos. Isso, junto com a lei de Ohm generalizada , permite-nos concluir que o sistema pode ser substituído por um único dispositivo com impedância:



G ψ = E ψ =  E [tG+].... .. 

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